Polícia

Justiça nega habeas corpus para o suspeito preso por matar a itapevense de 24 anos em apartamento de Sorocaba

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), indeferiu nesta terça-feira (30/11) a liminar da defesa do advogado preso temporariamente suspeito de envolvimento na morte da jovem de 24 anos que foi encontrada morta em um apartamento em Sorocaba/SP.

Segundo o advogado Marcelo Jorge, responsável pela defesa do suspeito, o pedido era baseado em inocência de Eduardo de Freitas, que também é ex-padrasto da jovem e foi preso em Pilar do Sul.

“Eduardo é absolutamente inocente. Estudei todo o processo e não há provas consistentes que justificassem a prisão. Em nenhum momento ele se absteve e não fugiu e não fugirá da polícia. Essa prisão é baseada em lastros unilaterais de quatro testemunhas, que relatam situações inverídicas que foram surgir agora. Está tranquilo e sereno”, disse anteriormente a defesa.

A mãe de Anna Carolina Pascuin Nicoletti, afirmou que o suspeito de envolvimento no crime demostrava sinais de obsessão e chegou a invadir a casa da família em Pilar do Sul.

"Até entramos com uma medida protetiva contra ele. Depois disso, implorei para que ela se mudasse de Pilar do Sul. Era uma nova fase e ela parecia estar feliz", conta a mãe. A jovem mudou em janeiro deste ano para Sorocaba.

RELEMBRE O CASO

A vendedora e estudante Anna Carolina Pascuin Nicoletti, de 24 anos, foi encontrada morta em um apartamento, no bairro Wanel Ville, na manhã do último sábado (13/11).

Segundo informações do boletim de ocorrência, o namorado de Anna, informou que foi o primeiro a chegar no local por volta das 11h00 e percebeu a porta meio aberta, sem sinais de arrombamento.

Ao entrar no quarto do apartamento, o rapaz encontrou a vítima sem vida na cama do quarto e com sinal de disparo de arma de fogo na cabeça.

A médica do Samu que atendeu ao chamado, atestou o óbito às 11h55.

Ainda conforme o boletim, o namorado entregou seu celular para a polícia e também foi recolhido o aparelho que guarda imagens de câmeras de segurança.

O caso passou a ser investigado pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Sorocaba. A jovem morava em Sorocaba e nasceu em Itapeva.

Colaborou: g1

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